CRM e cashback
Identificar o cliente no pagamento, com consentimento, e usar ofertas para estimular novas visitas ao salão. O pagamento se torna um ponto de contato para o relacionamento.
IVAN FERNANDES / CASE MAQUINONA
Liderei e participei de toda a jornada: do primeiro real transacionado a aproximadamente R$ 300 milhões por mês de TPV. Ajudei a modelar o negócio — P&L, pricing e viabilidade — e a construir o produto, a plataforma e a operação de Payments.
em volume total de pagamentos (TPV)

CONHEÇA O PRODUTO
Um olhar sobre o produto que conecta o pagamento à experiência do restaurante.
Entrevista com Bruno Henriques, COO do iFood e CEO do iFood Pago.
Assistir no YouTube01 / A TESE DO PRODUTO
Três frentes ajudam a explicar o papel da Maquinona no ecossistema do restaurante.
Identificar o cliente no pagamento, com consentimento, e usar ofertas para estimular novas visitas ao salão. O pagamento se torna um ponto de contato para o relacionamento.
Conectar pagamentos aos PDVs e à jornada do restaurante, do pedido à gestão. As frentes de 3S e Saipos ampliam esse contexto de presença no salão.
Minha equipe ajudou a conectar pagamentos aos PDVs. A gestão desses produtos ficava em outras equipes.
Conectar informações de vendas e recebíveis a serviços financeiros, ampliando o entendimento do negócio e as possibilidades de financiar seu crescimento.
O crédito faz parte da tese integrada de serviços financeiros. Essa conexão não significa que o produto de crédito estivesse sob minha gestão.
NA VOZ DO CLIENTE
02 / CONSTRUÇÃO DO NEGÓCIO
Levar o relacionamento e a distribuição do iFood para os pagamentos que aconteciam dentro do restaurante.
Estratégia e proposta de valorTrabalhar no modelo Jetski: time enxuto e multidisciplinar, com autonomia para discovery, business case, MVP e testes de market fit.
Aprendizado e entrada no mercadoConectar TAM, pricing e P&L a POS, parceiros, aquisição e operação. Fazer a proposta funcionar de ponta a ponta.
Produto, operação e resultado financeiroEvoluir ativação, growth e ramp-up junto com confiabilidade, eficiência e rentabilidade.
Gestão contínua da operaçãoMINHA ATUAÇÃO
Liderei PMs, Design e Growth e participei da jornada desde o início. Ajudei a modelar o negócio — P&L, pricing, monetização e parcerias — junto à construção da plataforma, da experiência do restaurante e da operação de pagamentos.
O trabalho envolveu tanto a experimentação do início quanto as necessidades de uma operação de Payments: ativar restaurantes, evoluir a experiência e buscar eficiência e rentabilidade.
03 / A PLATAFORMA DE PAYMENTS
Visão executiva das capacidades envolvidas, da entrada do restaurante à gestão financeira.
Jornada e relacionamento com o restaurante.
Captura, processamento e liquidação.
Pricing, P&L e conexão com serviços financeiros.
PDVs e parceiros de pagamento.
O fluxo representa capacidades de forma simplificada. Não é um diagrama de arquitetura técnica nem uma descrição da sequência de todas as integrações.
04 / EVOLUÇÃO DO ECOSSISTEMA
A Maquinona e o CRM se conectam a um movimento mais amplo do iFood: integrar consumo, operação e relacionamento com o restaurante.
Pagamento como ponto de contato para ofertas, cashback e novas visitas.
Gestão e operação do salão conectadas ao ecossistema.
Evolução da frente de relacionamento, descoberta, ofertas e reservas.
As frentes coexistem. Esta é uma leitura estratégica, não uma sequência de migração técnica. Minha contribuição foi na Maquinona e na conexão de pagamentos; não atribuo a mim a liderança dos PDVs, das aquisições ou do Comer Fora.
05 / DESAFIOS E APRENDIZADOS
No lançamento, apostamos em um perfil de cliente que não era o ideal para a Maquinona. O aprendizado nos levou a rever a estratégia de aquisição e repriorizar o roadmap de produto.
Validar o cliente certo é tão importante quanto validar a solução.
No começo, operamos em founder mode: guardamos maquininhas em casa, entregamos pessoalmente e fomos aos Correios despachar as primeiras unidades. Priorizamos colocar o produto na rua e aprender com a operação.
Escolher o que precisa estar pronto e o que pode ser resolvido manualmente faz parte de construir do zero.
Quando ganhamos escala, apareceram gargalos de plataforma e taxas de aprovação abaixo do que precisávamos. Tivemos que rever a monitoria e a gestão da operação para sustentar o novo volume.
Crescer também exige mudar a forma de operar — o que funcionava no início precisava evoluir.
A Maquinona exigia conectar experiência do restaurante, plataforma, parceiros, logística e P&L. Uma decisão de produto também tinha consequências na operação e no resultado financeiro.
Liderar essa construção exige olhar o conjunto e assumir os trade-offs entre essas frentes.
REFERÊNCIAS